Nexus

A Nexus nasceu em 2024 com uma proposta simples, mas ambiciosa: reunir estudantes de diferentes áreas do Campus Janaúba e transformar perspectivas diversas em soluções reais. Com membros de perfil multidisciplinar, a equipe não se limita a aplicar o que aprende em sala — ela busca ir além, enfrentando problemas complexos por meio de projetos que só fazem sentido quando diferentes visões se encontram.
O nome "Nexus" não foi escolhido por acaso. Ele remete diretamente à ideia de ponto de convergência — conceito presente em sistemas complexos e em universos de jogos. Para a equipe, ele representa exatamente o que se propõe a fazer: unir áreas, conectar pessoas e construir algo maior do que a soma das partes.
A identidade visual reflete essa filosofia. O logotipo em perspectiva angulada não é apenas uma escolha estética — é uma declaração de princípio. O grupo não enxerga os problemas de forma plana. A análise é sempre volumétrica, considerando as múltiplas camadas que envolvem cada desafio técnico e científico
O primeiro projeto concreto dessa visão é o Espider: um robô hexápode com 18 servomotores de 180° de amplitude, controlado por uma ESP32. Mais do que um protótipo funcional, o Espider se tornou uma ferramenta de extensão universitária — presente em eventos e demonstrações que aproximam a robótica de quem ainda não a conhece, mostrando na prática como hardware e software se integram.
Por trás do robô, há um trabalho técnico denso: sistemas de controle, eletrônica de potência, programação embarcada. O objetivo é justamente esse — resolver problemas que a teoria sozinha não resolve, e contribuir para a inovação tecnológica dentro do Instituto de Engenharia, Ciência e Tecnologia (IECT).
A equipe se organiza em frentes técnicas e administrativas — entre elas, marketing, modelagem, planejamento estrutural, programação e prototipagem de circuitos. Cada responsável tem liberdade para conduzir sua área e estruturar os testes que julgar necessários. Quando há necessidade de reforço, o setor pode sinalizá-la — mas quem decide o ingresso é o processo seletivo, não o critério individual de ninguém. Esse processo ocorre a cada semestre e envolve análise curricular, dinâmicas de grupo e avaliações técnicas. É assim que a Nexus garante que cada novo membro chegue preparado para contribuir com o bom funcionamento da equipe no presente, se preparando para a perpetuação no futuro.